9 Dezembro 2008

It’s Not Me, It’s You

Postado por João Paulo Mauler, às 20:00.

Uma graça a capa do segundo disco de Lily Allen, divulgada hoje.

O álbum, eu já disse aqui, sai em 10 de fevereiro.


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4 Dezembro 2008

Clipe da Lily Allen

Postado por João Paulo Mauler, às 17:10.

E falando em clipes, outro que apareceu hoje, foi da nova música da Lily Allen, The Fear, aquela que eu citei aqui outro dia mesmo. Veja o vídeo super fofo, que me lembrou os clipes gracinhas da Feist:


Salvo em: Música, Ví­deo

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1 Dezembro 2008

E a nova da Lily Allen?

Postado por João Paulo Mauler, às 18:19.

Muito boa, né não? Ouve aí e me diz:

A faixa, The Fear, vai estar no aguardado segundo disco de Lily Allen, cujo nome será It’s Not Me, It’s You, e será lançado finalmente no dia 9 de fevereiro.


Salvo em: Música

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14 Julho 2008

Who’d Of Known

Postado por João Paulo Mauler, às 13:29.

Lily Allen postou mais uma música nova em seu MySpace. A faixa se chama Who’d Of Known, e não vai estar no novo disco da cantora, o sucessor de Alright, Still, de 2006, que sai ainda este ano. A música é uma canção de amor lentinha, sobre o começo de um relacionamento. Segundo a cantora, o refrão veio de uma faixa do Take That.

E falando em Lily Allen, vou deixar o clipe da fofa Alfie. O vídeo não é novo nem nada, só me deu vontade de publicar porque eu acho a música muito boa.


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17 Abril 2008

Novos Weezer e Lily Allen

Postado por João Paulo Mauler, às 22:34.

Outro dia a gente ouviu um trechinho da nova do Weezer, Pork and Beans. Hoje saiu a música inteirinha em streaming no site da banda, pra quem quiser ouvir. O single chega na terça que vem, mas já dá pra você conhecer a faixa aqui embaixo:

Se preferir, baixe a música aqui. Eu achei gostosinha, super fofa, totalmente e 100% Weezer-style. Saca só um trechinho da letra (tirado, assim como o link para download, do blog do Matias):

Everyone likes to dance to a happy song
When the catchy chorus repeat so they can sing along
Timbaland knows the way to reach the top of the charts
Maybe if I work with him I can perfect the art

Quem também mostrou canções novas ao mundo hoje foi a Lily Allen. E não foi só o cabelo que a garota mudou. I Don’t Know e I Could Say não lembram muito o clima festivo do primeiro disco dela. Enfim, tire suas próprias conclusões. As músicas estão no MySpace da Lily.


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30 Janeiro 2008

Mallu Magalhães e o hype!

Postado por João Paulo Mauler, às 13:32.

Que coisa maravilhosa esses tempos que vivemos! Quando na história a gente podia pensar que uma garota brasileira de 15 anos, com apenas algumas canções publicadas no MySpace iria causar tamanho burburinho e ser considerada a next big thing da música pop, fazendo o melhor folk que se viu no país em muito tempo? Yes, nós já temos a nossa Lily Allen, e o nome dela é Mallu Magalhães.

Mallu MagalhãesA primeira vez que ouvi falar na garota foi no blog do Matias. Depois disso, as referências à menina que faz som de gente grande e é, realmente, uma das melhores cantoras surgidas nos últimos tempos pelos lados de cá, começaram a pipocar. Para ser entrevistada na MTV e participar do esperto Poploaded, o podcast de Lúcio Ribeiro e Fábio Massari, foi um pulo.

Mas uma das coisas mais legais que eu li sobre a Mallu até agora foi mesmo a entrevista feita pelo blog don’t touch my moleskine. É lá que a gente vê como a garota é esperta, antenada e está alguns passos à frente de seu tempo.

Para quem (ainda) não ouviu Mallu Magalhães, a porta de entrada é a viciante Tchubaruba, música de melodia deliciosa e letra singela que grudou na minha playlist e não há meio de sair. Baixe a canção aqui, e se gabe por ter conhecido a cantora antes de todo mundo, quando ela estiver estrelando matéria no Fantástico. Por que não duvide, isso vai acontecer!


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18 Janeiro 2008

E a Lily Allen, hein?

Postado por João Paulo Mauler, às 12:45.

Pois é, a notícia que abalou o mundo da música hoje foi a interrupção da gravidez de Lily Allen. De acordo com o site da revista New Music Express, a cantora sofreu um aborto espontâneo, e a informação foi confirmado pelo porta-voz dela hoje cedo. Ela descobriu a gravidez em dezembro, e o pai era o namorado Ed Simons, músico do grupo Chemical Brothers. O comunicado oficial ainda diz que o casal não irá fazer nenhum comentário sobre o assunto, e pede respeito à privacidade deles nesse momento difícil.

Lily AllenLily Allen teve um 2007 de altos e baixos. A inglesinha de 22 anos estourou no mundo todo com o álbum Alright, Still (lançado em 2006), fazendo uma deliciosa mistura de pop-rock com ska, chegou ao topo da parada britânica com o hit Smile, e quase lá com a ótima LDN. Por outro lado, se envolveu em escândalos por conta da bebida (lembra quando ela saiu de uma festa escondida em uma sacola?) e fez vários shows bêbada, e por isso mesmo não empolgou muito o público (o do Brasil, inclusive, dizem, foi assim). Mesmo assim, a garota conseguiu terminar o ano como uma das mais populares da música, seguindo o exemplo de Amy Winehouse, outra bêbada-bagaceira que fechou 2007 no topo.

Os fãs da cantora que quiserem deixar uma mensagem de apoio para Lily Allen, podem acessar o MySpace dela e deixar um recadinho lá. O espaço é atualizado pela própria, e foi pelo seu blog no MySpace que Lily Allen anunciou a gravidez no mês passado. Vale lembrar também que a cantora se tornou famosa no mundo todo primeiro pelo site de relacionamento, e só depois de ter muitas e muitas visualizações de seu perfil (e audições de sua música), lançou o primeiro disco.

O aguardado segundo álbum de Lily Allen seria lançado ainda no primeiro trimestre de 2008, mas com a gravidez anunciada, a data já não era tão certa. Agora então temos que aguardar mais novidades ou um pronunciamento da cantora, e só podemos torcer pela seu restabelecimento, tanto físico quanto emocional.

Para fechar, deixo aí o clipe bacaníssimo de LDN, onde Lily Allen anda pelas ruas vendo tudo de uma forma muito positiva.


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4 Dezembro 2007

O papel da crítica

Postado por João Paulo Mauler, às 11:25.

Conforme falei aqui no final da semana passada, fiquei um pouco afastado do blog por conta do processo de finalização da minha monografia de final de curso. Foi um trabalho que, como já diz o nome, foi extremamente trabalhoso, mas que valeu muito a pena ser feito. Estou realmente orgulhoso do resultado, tanto do texto quanto da parte prática, o documentário Escuta, que logo logo vou disponibilizar pra todo mundo ver.

Se as ferramentas estão disponíveis para qualquer um publicar suas idéias e fazer o papel de crítico, isso transforma qualquer pessoa hoje em um potencial crítico. No entanto, isso não significa que qualquer um com acesso facilitado à música e às ferramentas de publicação online possa ser chamado de crítico. Seria o mesmo que concluir que qualquer pessoa com acesso a um computador e um processador de texto pudesse ser chamado de escritor, e não é isso o que acontece. Existem critérios que separam o verdadeiro escritor do curioso, assim como existem critérios que definem um bom crítico. Se antes da internet esses critérios eram o privilégio de possuir um veículo para se expressar e o acesso diferenciado à música, hoje esses critérios passam muito mais pela qualidade da produção crítica.

Em meados dos anos 80, muito antes da popularização da internet, os críticos especializados tinham muito mais liberdade para falar o que quisessem, já que o acesso à música era difícil, e boa parte da produção por eles analisada dificilmente chegava ao público ou, quando chegava, era com grande atraso. O crítico detinha o poder da informação, e mesmo que seu trabalho não tivesse qualidade, era assimilado pelo leitor.

Hoje, obter informação é muito fácil. Não é preciso comprar discos para saber o que os artistas estão produzindo, não é preciso viajar para fora do Brasil para ter acesso às publicação estrangeiras. Toda a informação está disponível, para quem quiser, na internet. Isso não quer dizer que a crítica passe a ser desnecessária. Pelo contrário, quanto mais informação há disponível, mais se faz necessário alguém que ajude as pessoas a escolher o que consumir. Também não significa que a crítica especializada dos grandes jornais e revistas esteja em extinção, mas ela agora não é mais a única fonte. Os blogs concorrem em pé de igualdade pela atenção do leitor, e têm as mesmas condições e ferramentas para produzir um trabalho de qualidade.

O que faz um bom crítico hoje é a capacidade de apresentar as informações que são importantes, de fazer uma crítica bem fundamentada, e para isso ele pode tanto estar na redação de um jornal ou em seu quarto, postando em um blog. O importante é saber relacionar as informações, contextualizá-las e analisá-las para o leitor. O bom crítico deve ter uma consciência histórica da música, para saber se aquilo que é produzido hoje é um reflexo do que se produziu no passado, e conseguir traçar uma linha evolutiva da música. Mais do que nunca, o bom crítico deve conhecer profundamente a produção musical contemporânea e ter a capacidade de avaliar o que é ou não relevante. Além disso, deve saber se expressar e organizar as informações em um bom texto.

Quem avalia se o crítico merece ou não crédito é o próprio consumidor, que tem acesso à informação, e consegue captar o erro do crítico, consegue detectar a crítica mal fundamentada. Foi assim que vários críticos perderam a notoriedade com a chegada da internet, ao perderem o trunfo que tinham em relação ao público, ao mesmo tempo em que outros mantiveram o prestígio. Foi assim que garotos que nunca chegaram perto de uma redação de jornal conseguiram, em seus blogs e comunidades online, se tornar tão ou mais confiáveis que os críticos estabelecidos. E foi assim que, em meados de 2006, uma banda britânica que nunca tinha lançado um disco foi considerada a melhor do planeta, antes que qualquer jornal ou revista sequer soubesse de sua existência. Os Arctic Monkeys são um caso modelo dessa nova etapa. Com apenas duas músicas gravadas de forma independente e caseira disponibilizadas na internet e sem contrato com gravadoras, eles conseguiram ótima repercussão online, presença massiva do público em shows e, somente após isso, um disco lançado oficialmente e o reconhecimento da mídia tradicional. Mais recentemente, a cantora inglesa Lily Allen atingiu fama mundial através de sua página no MySpace e o grupo Ok Go levou 23 milhões de pessoas a assistir o vídeo da música “Here it goes again” pelo YouTube, alcançando um reconhecimento inédito e planetário.

Assim como os Arctic Monkeys, milhares de bandas disponibilizaram suas músicas online naquele ano e, assim como eles, passaram despercebidas da mídia. Foi a crítica online quem tratou de dar ao grupo reconhecimento. Sem ela, provavelmente a banda não tivesse sido descoberta pelo grande público, como tantas outras. Isso prova que a filtragem da música através da crítica pode até ter se modificado, mas continua sendo necessária, e provavelmente nunca deixará de ser.

P.S.: Minha banca de defesa da monografia será nessa sexta, 7/12, às 16h, na sala 11 da Faculdade de Comunicação da UFJF. Quem quiser aparecer, fique à vontade!


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