Infelizmente ainda não pude conferir o novo filme de Breno Silveira (o diretor de Dois Filhos de Francisco), Era Uma Vez…, simplesmente porque o longa ainda não chegou aqui em JF City (coisa normal por essas bandas). Não sei exatamente o que esperar do filme. Parece mais uma daquelas histórias de amor impossível em uma favela, coisa que já está virando clichê no cinema (e TV) no Brasil. Mesmo assim curti o trailer, em especial a trilha sonora:
Nos últimos dias saíram os primeiros teaser-trailers das duas próximas animação da Disney e da Pixar: Princess and the Frog e Up. O primeiro é uma típica história de princesa da Disney. Com a diferença que esta é a primeira princesa negra da Disney. O segundo é a volta da Pixar após o megasucesso Wall-E, e conta a história de um velhinho que resolve sair em busca de aventuras mundo afora, sem deixar de lado o hábito de jantar às 3:30 da tarde. Veja os trailers:
Up estréia em 29 de maio de 2009, Princess and the Frog em 25 de dezembro do mesmo ano. Agora fala sério, o trailer de Up não parece baseado na história do padre Adelir?
E saiu o primeiro trailer de verdade de Harry Potter e o Enigma do Príncipe, sexto filme da saga do bruxinho mais famoso do mundo. Pelo trailer, o filme parece ser mais sombrio do que o restante da série até aqui, o que é natural, já que o livro também é mais denso. E fala sério, o jovem Voldemort Tom Riddle é de dar arrepios. Veja aí:
Harry Potter e o Enigma do Príncipe estréia no dia 21 de novembro.
Falei aqui outro dia sobre Quarantine, terror baseado no espanhol [Rec]. Pois bem, foi divulgado ontem um novo trailer do longa. O trailer é um red band trailer, ou seja, proibido para menores. Por isso mesmo é bem mais dramático e violento que o anterior, mas tudo parece muito igual [Rec]. Veja:
Ah, só agora eu reparei que a repórter é a Jennifer Carpenter, também conhecida como a irmã do Dexter.
O objetivo de um trailer é atrair o público para ver o filme. O problema é quando o trailer é tão bacana que dá muita vontade de ver o filme, e ele não tem a menor chance de aparecer no circuito. Pois foi isso que aconteceu com o trailer de Kabluey. Me deu muita vontade de ver, mas mesmo nos EUA o filme está sendo distribuído de forma restrita. No Brasil então, ele nem deve passar perto.
O longa é a história de uma mulher, vivida por Lisa Kudrow (a eterna Phoebe), que tem dois capetas filhos e um marido lutando no Iraque. Para ajudá-la na árdua tarefa de cuidar das crianças, seu cunhado (Scott Prendergast) vai morar com ela. Para completar o orçamento da família, ele consegue um humilhante emprego como mascote de uma grande corporação, usando uma imensa fantasia azul. Daí vem boa parte do humor do filme, mas também faz do longa algo melancólico.
Kabluey estreou no dia 4 de julho nos EUA, mas em circuito reduzido. Claro, não há nem sinal de estréia aqui no Brasil. Veja o trailer e morra de vontade:
Eu dificilmente me assusto com filmes de terror. Não sei porque. Eu até sou um tanto medroso, mas não costumo perder o sono por causa de medo de um filme. Nem O Exorcista me comoveu do jeito que todo mundo fala. Mas quando assisti o filme espanhol [Rec], confesso que fiquei com o coração na mão. O filme é frenético, dá altos sustos e tem aquele clima de tensão constante, por causa da câmera sacolejando e pessoas gritando o tempo todo.
[Rec] é a história de uma repórter de TV que, para uma reportagem, acompanha um grupo de bombeiros por uma noite. Ao atender um pedido aparentemente inocente, ela vai parar dentro de um prédio onde alguma coisa assustadora está acontecendo, tanto que o lugar é isolado e todos que estão dentro são impedidos de sair. O pulo do gato é que o filme é feito sob o ponto de vista da câmera da TV. Ou seja, a filosofia de A Bruxa de Blair e Cloverfield.
O filme é um dos terrores mais bacanas que eu vi em muito tempo. Quem tem o coração fraco ou não é muito chegado em levar sustos com filmes deve ficar longe de [Rec]. Saca só, pra você ter uma noção, a reação do público assistindo a uma pré-estréia do longa, no vídeo abaixo:
Como os executivos de Hollywood não perdem tempo, já está engatilhado um remake de [Rec], que vai se chamar Quarantine. Eu sempre fico ressabiado com essas versões americanas de filmes fodões. Mas essa, pelo trailer que você vê aqui embaixo, parece que é uma cópia fiel do original.
A cantora Feist criou uma nova versão do seu hit 1 2 3 4 que será apresentada na estréia da nova temporada do programa infantil Vila Sésamo. O clipe vai ao ar na TV americana no dia 11 de agosto, mas já está no YouTube. Veja que graça Feist ensinando as crianças a contar até 4:
Muita gente já está de saco cheio da música. Mas é pura maldade, porque 1 2 3 4 é uma das coisas mais fofas lançadas em muito tempo. Tanto que a faixa já foi até trilha de comercial do iPod:
Mas o melhor de 1 2 3 4 é mesmo o clipe. Aliás, os clipes cheios de dancinhas que a Feist faz são fantásticos. Veja aí:
E só pra completar quatro vídeos de 1 2 3 4, uma versão ao vivo, no programa de David Letterman:
Lily Allen postou mais uma música nova em seu MySpace. A faixa se chama Who’d Of Known, e não vai estar no novo disco da cantora, o sucessor de Alright, Still, de 2006, que sai ainda este ano. A música é uma canção de amor lentinha, sobre o começo de um relacionamento. Segundo a cantora, o refrão veio de uma faixa do Take That.
E falando em Lily Allen, vou deixar o clipe da fofa Alfie. O vídeo não é novo nem nada, só me deu vontade de publicar porque eu acho a música muito boa.
Ontem o Fantástico mostrou uma matéria sobre o clipe de Pork And Beans do Weezer, e mostrou alguns vídeos que bombaram na internet brasileira, como o sanduiche-iche de Ruth Lemos e a dança do quadrado. Tudo bem que o texto era bem breguinha, e eles falavam do clipe como se tivesse sido lançado ontem, mas até que a matéria foi legal.
Mas o ponto alto da matéria foi o NX Zero fazendo uma versão de Pork And Beans em português. Simplesmente indescritível:
Há exatos 50 anos, em 10 de julho de 1958, João Gilberto gravava Chega de Saudade, considerada a pedra fundamental da bossa nova. A música causou uma verdadeira revolução na música brasileira, e todo mundo que viveu na época conta o impacto que foi ouvir a canção pela primeira vez.
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