30 Julho 2008

Primeiro trailer do novo Harry Potter

Postado por João Paulo Mauler, às 10:30.

E saiu o primeiro trailer de verdade de Harry Potter e o Enigma do Príncipe, sexto filme da saga do bruxinho mais famoso do mundo. Pelo trailer, o filme parece ser mais sombrio do que o restante da série até aqui, o que é natural, já que o livro também é mais denso. E fala sério, o jovem Voldemort Tom Riddle é de dar arrepios. Veja aí:

Harry Potter e o Enigma do Príncipe estréia no dia 21 de novembro.


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27 Julho 2008

Trailer proibido de Quarantine

Postado por João Paulo Mauler, às 11:03.

Falei aqui outro dia sobre Quarantine, terror baseado no espanhol [Rec]. Pois bem, foi divulgado ontem um novo trailer do longa. O trailer é um red band trailer, ou seja, proibido para menores. Por isso mesmo é  bem mais dramático e violento que o anterior, mas tudo parece muito igual [Rec]. Veja:

Ah, só agora eu reparei que a repórter é a Jennifer Carpenter, também conhecida como a irmã do Dexter.


Salvo em: Cinema, Ví­deo

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26 Julho 2008

Batman - The Dark Knight

Postado por João Paulo Mauler, às 21:49.

Sempre gostei de filmes de super-heróis. Mas nunca agradei muito dos filmes do Batman. Os atores que encarnaram o morcegão nunca me fizeram aplaudir de pé, e sempre achei que as tramas ficavam devendo alguma coisa. Talvez pelo fato do Batman ser um herói que não tem poderes especiais, as tramas pecavam pelo excesso de fantasia. Daí veio Christopher Nolan e Batman Begins. O filme era mais realista e zerava a história cinematográfica do homem-morcego de forma magistral. Parecia que o melhor filme de Batman havia sido feito. Mas só parecia.

Amparado por uma campanha de marketing gigantesca e bem planejada, The Dark Knight chegou às telas no último fim-de-semana e bateu todos os recordes de bilheteria. Não é à toa. O filme é, de longe, o melhor já feito baseado em quadrinhos, e não é exagero quando comparam o longa a O Poderoso Chefão. Por quê?

A história_ Esqueça histórias infantis e inverossímeis. Aqui, a trama é complexa e bem amarrada. Não é um filme sobre um justiceiro mascarado. É um filme sobre uma cidade dominada pelo crime, sobre pessoas que lutam contra o crime e, claro, sobre um justiceiro mascarado. Isso dá um tom de realismo único ao longa. A trama é extremamente bem construída, e após as quase 3 horas de projeção (que nem parecem ser tão longas) nenhuma amarra fica solta, e a vontade que fica é que o filme tivesse pelo menos mais umas 5 horas.

O elenco_ Christian Bale é o Batman. Fato! Nenhum dos protagonistas anteriores conseguiu transportar tão bem para a tela as contradições de Bruce Wayne. Mas o elenco que o circunda é estelar. Aaron Eckhart traça com perfeição a linha que vai da honestidade do político que quer limpar as ruas de Gotham ao traumatizado vilão que perde metade do rosto, e algo mais, e parte para uma vingança cega. E como se não bastasse temos Gary Oldman dando show como o Tenente/Comissário Gordon, Morgan Freeman como Lucius Fox e Michael Caine sempre preciso como o mordomo Alfred. Maggie Gyllenhaal pode não surpreender muito como Rachel Dawes, mas pelo menos está anos-luz à frente da insossa Katie Holmes.

O Coringa_ Pois é! Falar de The Dark Knight sem falar no Coringa de Heath Ledger é deixar uma parte (a mais importante) do filme para trás. A atuação de Ledger é assustadora de tão boa, e a gente simplesmente esquece que tem um ator ali por trás. Os trejeitos, as risadas insanas, as mexidas com a língua, as engolidinhas de saliva (por conta da cicatriz na boca do vilão), tudo ajuda a criar a personalidade caótica do Coringa. Não é o caso de comparar, pois o Coringa de Jack Nicholson tinha um tom mais voltado para o humor, enquanto o de Ledger é mais insano. Mas se fosse, Heath Ledger ganharia disparado.

Uma última dica: assista a esse filme no cinema. The Dark Knight foi feito para ser aproveitado em uma tela grandona, com um som envolvente. Aliás, filmes perfeitos têm essa característica. Merecem a experiência de serem assistidos em uma sala de cinema.


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18 Julho 2008

Por que tão sério?

Postado por João Paulo Mauler, às 12:07.

E chegou o dia! Vamos?


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17 Julho 2008

Kabluey

Postado por João Paulo Mauler, às 12:08.

O objetivo de um trailer é atrair o público para ver o filme. O problema é quando o trailer é tão bacana que dá muita vontade de ver o filme, e ele não tem a menor chance de aparecer no circuito. Pois foi isso que aconteceu com o trailer de Kabluey. Me deu muita vontade de ver, mas mesmo nos EUA o filme está sendo distribuído de forma restrita. No Brasil então, ele nem deve passar perto.

O longa é a história de uma mulher, vivida por Lisa Kudrow (a eterna Phoebe), que tem dois capetas filhos e um marido lutando no Iraque. Para ajudá-la na árdua tarefa de cuidar das crianças, seu cunhado (Scott Prendergast) vai morar com ela. Para completar o orçamento da família, ele consegue um humilhante emprego como mascote de uma grande corporação, usando uma imensa fantasia azul. Daí vem boa parte do humor do filme, mas também faz do longa algo melancólico.

Kabluey estreou no dia 4 de julho nos EUA, mas em circuito reduzido. Claro, não há nem sinal de estréia aqui no Brasil. Veja o trailer e morra de vontade:


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15 Julho 2008

[Rec] e Quarantine

Postado por João Paulo Mauler, às 9:18.

Eu dificilmente me assusto com filmes de terror. Não sei porque. Eu até sou um tanto medroso, mas não costumo perder o sono por causa de medo de um filme. Nem O Exorcista me comoveu do jeito que todo mundo fala. Mas quando assisti o filme espanhol [Rec], confesso que fiquei com o coração na mão. O filme é frenético, dá altos sustos e tem aquele clima de tensão constante, por causa da câmera sacolejando e pessoas gritando o tempo todo.

[Rec] é a história de uma repórter de TV que, para uma reportagem, acompanha um grupo de bombeiros por uma noite. Ao atender um pedido aparentemente inocente, ela vai parar dentro de um prédio onde alguma coisa assustadora está acontecendo, tanto que o lugar é isolado e todos que estão dentro são impedidos de sair. O pulo do gato é que o filme é feito sob o ponto de vista da câmera da TV. Ou seja, a filosofia de A Bruxa de Blair e Cloverfield.

O filme é um dos terrores mais bacanas que eu vi em muito tempo. Quem tem o coração fraco ou não é muito chegado em levar sustos com filmes deve ficar longe de [Rec]. Saca só, pra você ter uma noção, a reação do público assistindo a uma pré-estréia do longa, no vídeo abaixo:

Como os executivos de Hollywood não perdem tempo, já está engatilhado um remake de [Rec], que vai se chamar Quarantine. Eu sempre fico ressabiado com essas versões americanas de filmes fodões. Mas essa, pelo trailer que você vê aqui embaixo, parece que é uma cópia fiel do original.

Quarantine estréia nos EUA em 10 de outubro.


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9 Julho 2008

Hancock

Postado por João Paulo Mauler, às 17:36.

Se você é do tipo que gosta de histórias de super-heróis com toques mais reais e humanos, Hancock leva o conceito às últimas conseqüências. Afinal, é bastante inusitada a abordagem do super-herói alcoólatra e nada sutil, que combate o crime sim, mas com tamanha displicência que chega a ser odiado pelo público que protege, por esburacar ruas a cada pouso ou decolagem, tirar trens inteiros dos trilhos e deixar um rastro de destruição por onde passa.

No filme, Hancock é odiado pela opinião pública por seus métodos nada sutis nem polidos de combater o crime e ajudar as pessoas. Em uma das missões, ele salva da morte o relações públicas Ray (Jason Bateman, de Juno), que resolve ajudar o herói a limpar sua imagem, bem na hora em que a polívia de Los Angeles resolve prender Hancock pelos prejuízos causados à cidade. O que Hancock não podia esperar é que Mary (Charlize Theron), mulher de Ray, tem uma ligação mais forte com o herói do que ele mesmo poderia imaginar.

A história é muito divertida na primeira metade, quando o foco é nos desastres causados pela personalidade forte de Hancock. No entanto, quando o personagem começa a tentar ficar sério, quando a história com Mary se desenvolve e, principalmente, quando um grupo de vilões resolve se vingar de Hancock, o filme fica arrastado, sem graça e incoerente.

Se Hancock tem um ponto forte, é Will Smith. O cara vem mostrando ser um ator de mão cheia, e dessa vez não é diferente. Ele é o destaque de um filme que tem um bom elenco, e consegue passar as nuances do personagem, muitas vezes com um simples olhar.

O grande problema de Hancock é ser um filme que não se define. O caráter cômico dá lugar a um dramalhão familiar que descamba em um filme de super-herói tradicional, tudo misturado. O que poderia ser um filme original acaba virando um samba do crioulo doido.

Então quer dizer que o filme não vale o ingresso? Não dá pra negar que Hancock é um filme bem divertido. Mas não espere nenhuma obra-prima. E se o lance é ver uma boa atuação de Will Smith, eu ainda prefiro Eu Sou A Lenda.


Salvo em: Cinema

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8 Julho 2008

Pôster de Nick e Norah

Postado por João Paulo Mauler, às 16:44.

Falei sobre esse filme há um tempão aqui no blog. Lembra?

Um carinha está em um bar esperando a hora de tocar com sua banda quando vê a ex-namorada adentrando o recinto. Em um impulso, ele chega na primeira garota que vê pela frente e diz: “Eu sei que isso vai soar estranho, mas você se importa em ser minha namorada pelos próximos cinco minutos?”. Essa é a premissa básica que dá o pontapé inicial em Nick and Norah’s Infinite Playlist. A partir daí temos uma história sobre “um encontro de uma noite muito longa, com dois adolescentes, ambos se recuperando de corações partidos, tentando apenas descobrir quem eles querem ser - e onde a próxima grande banda está tocando”. Bonito, não?

Pois hoje a MTV lançou o primeiro pôster do filme, que estréia em outubro. Vê se não é bacanudo! E desde já está na minha lista de filmes a esperar ansiosamente.


Salvo em: Cinema

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3 Julho 2008

Full trailer de Blindness

Postado por João Paulo Mauler, às 9:42.

Saiu o primeiro trailer completinho de Blindness, novo filme de Fernando Meirelles baseado na obra de José Saramago. Veja aqui. O filme estréia em 19 de setembro.


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2 Julho 2008

Friends - O Filme

Postado por João Paulo Mauler, às 21:38.

Não, você não leu errado. Essa história de um filme de Friends é comentada há muito tempo, mas sempre esbarrou no fato de Jennifer Aniston negar o retorno ao papel de Rachel, temendo estigmatizar sua carreira. O fato é que hoje o jornal britânico Daily Mall anunciou que os seis atores teriam finalmente topado fazer um longa de Friends, e o filme chegaria às telas daqui há um ano e meio, no final de 2009, portanto.

Sinceramente não sei se esse possível retorno seria positivo ou negativo. Friends é e sempre foi minha série favorita. Foi a série que me despertou o vício, que me fez ter TV paga em casa, que me fez rir e chorar durante 6 anos (é, eu comecei a acompanhar durante a quinta das 10 temporadas), e continua me divertindo e emocionando ainda hoje, quando revejo os episódios sei-lá-quantas-vezes.

É fato que esse provável filme teve muito como estímulo o sucesso que foi o longa de Sex & The City, que deve ter feito os bolsos da Warner e dos seis amigos coçar um pouquinho. Se conseguirem criar uma história interessante, que mantenha o nível de Friends, beleza. Agora, um filme caça-níqueis que pode queimar a imagem imaculada deixada pela série, isso sim seria uma sacanagem das grandes.

Vale lembrar que Friends teve um final bem amarrado, que agradou em cheio aos fãs e não deixou nenhuma brecha inexplicada. Portanto, os roteiristas teriam que rebolar para criar uma boa e plausível história. Tenho medo disso, mas a vontade de rever aquelas seis pessoas que de certa forma são como amigos meus é bem forte. Como otimista que sou, tenho esperanças que a coisa funcione. E você?


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