Já viu o clipe de Standing Next To Me? A música é o segundo single do álbum The Age of The Understatement, do The Last Shadow Puppets, projeto paralelo de Alex Turner (Arctic Monkeys) e Miles Kane (The Rascals). A música é bem mais alegrinha que o primeiro single, e para mim uma das melhores do disco.
E falando em The Rascals, vazou o primeiro disco da banda, Rascalize, a ser lançado na terça-feira agora (17/06). Baixe no Rock For Masses.
Dos produtores e rappers da moda, talvez o que mais esteja na moda seja Pharrell Williams. Não é à toa que o cara está na crista da onda. Ele produziu sete faixas do novo disco da Madonna (e fez até a cantora chorar), duas do The Hives, gravou junto com Santogold e Julian Casablancas a faixa My Drive Thru (baixe aqui), para comemorar os 100 anos da Converse, e já avisou que quer produzir o próximo disco dos Strokes.
Essa semana, pra completar o hype, Pharrell lançou, junto com os amigos Chad Hugo e Shae Haley, o terceiro álbum do trio N.E.R.D, Seeing Sounds. O sucesso do trio é completamente justificado. O álbum é realmente muito bom. O primeiro single, Everyone Nose, é daquelas músicas contagiantes que fazem você até esquecer que não gosta de rap. O disco ainda flerta com o soul em Yeah You e Sooner or Later, com o rock em Happy, Kill Joy e na deliciosa Windows, para mim a melhor do disco. Até nas baladas os caras mandam bem, como prova a bela Love Bomb.
No conjunto, Seeing Sounds é um dos discos mais interessantes dentre os lançados em 2008 até aqui, o que não é pouco. Pharrell Williams parece mesmo ter um toque de ouro para a música atual, como poucos. Se livre dos preconceitos, ouça o disco do N.E.R.D e você vai me dar razão.
Ah, como não podia ser diferente, o disco pode ser baixado na rede, aqui ou aqui. Veja só o clipe de Everyone Nose aqui embaixo. O vídeo tem participação especial de Lindsay Lohan e Samantha Ronson (irmã do Mark):
Fringe é uma das séries mais esperadas da nova temporada nos EUA, que estréia em setembro. Não é à toa. O nome por trás do programa é o do Midas da indústria do entretenimento, J.J. Abrams. Muita gente já estava arrancando os cabelos pra esperar o dia da estréia, 9 de setembro. Estava, porque ontem o episódio piloto duplo, com uma hora e 21 minutos de duração, vazou na rede.
Quem já viu garante que a série tem um quê de Arquivo X. Tudo indica que Fringe deve ser mais um grande sucesso de audiência, senão o maior da temporada 2008/2009. Para quem quiser baixar, há a opção do torrent, ou por HTTP, sem contar com as redes P2P. Para saber o que os fãs estão achando desse primeiro episódio, já existe uma comunidade do orkut para Fringe.
Confira a sinopse oficial da série:
Fringe é um drama que vai explorar a tênue linha entre a ficção científica e a realidade. Quando um acidente áereo ocorre em Boston matando todos os passageiros e a tripulação de forma chocante, a agente especial do FBI Olivia Dunham (a novata Anna Torv) é chamada para investigar. Depois que seu parceiro, o agente especial John Scott (Mark Valley de Boston Legal) quase morre durante a investigação, Olivia procura desesperadamente por ajuda e acaba conhecendo o Dr. Walter Bishop (John Noble, o Denethor de Senhor dos Anéis- O Retorno do Rei), o Einstein da nossa geração. Só há um problema: Walter esteve internado em uma clínica psiquiátrica pelos últimos 20 anos e a única forma de questioná-lo é pedindo ajuda a Peter Bishop (Joshua Jackson, o Pacey de Dawson’s Creek), o estranho filho de Walter.
Quando a investigação de Olivia a leva à manipuladora executiva Nina Sharp, esse trio improvável ao lado dos agentes do FBI, Philip Broyles (Lance Reddick, o Matthew Abaddon da 4ª temporada de Lost) e Astrid Farnsworth vão descobrir que o que aconteceu com o vôo 627 é apenas um pedaço de uma verdade maior e mais chocante.
E só para aguçar ainda mais a curiosidade, o trailer da série:
Não ia nem falar nada sobre essa data, ia desdenhar falando que é um dia manipulado para fazer a gente consumir, etc e tal, mas seria puro despeito. A verdade é que um dia como esses sempre desperta na gente uma coisa romântica. Quem namora comemora, quem não namora sempre tem esperança de ganhar pelo menos uma bitoquinha de última hora. Quem nunca pensou em se declarar para aquela garota ou aquele menino especial no dia dos namorados? Qualquer um que já tenha tido um amor platônico de verdade. E quem nunca passou a maior vergonha na frente do seu objeto de desejo? Nesse quesito, o menino Charlie Brown é insuperável. Ele nutria uma paixão avassaladora por uma garotinha ruiva, e não conseguia se declarar a ela.
Sempre gostei dessas história de amor imperfeitas. Afinal, o “…e viveram felizes para sempre!” só existe mesmo na ficção. Quer dizer, até existe, mas não sem alguns percalços pelo caminho. Quer ver um exemplo? No filme A História de Nós Dois, Bruce Willis e Michelle Pfeifer são um casal em crise no casamento, mas que antes da separação final descobre o que realmente importa, em uma das cenas mais lindas que eu já vi no cinema, e digo sem acanhamento que chorei como criança quando vi.
Pois é, amar não é isso? Aceitar os erros e defeitos do outro sem achar que o companheiro é perfeito, ou então achar que o companheiro é perfeito justamente por ter defeitos. Isso me lembra, correndo o risco de parece extremamente brega e cafona, uma música do Jota Quest:
Amar não é ter que ter sempre certeza
É aceitar que ninguém é perfeito pra ninguém
É poder ser você mesmo e não precisar fingir
É tentar esquecer e não conseguir fugir, fugir
Para aqueles que, como eu, estão à procura da cara-metade, também tenho uma ou duas letras de música para inspirar, como essa do Biquini Cavadão:
Se eu esbarrei na rua com você
E não te vi, meu amor,
Como poderia saber
Tanta gente que eu conheci
Não me encontrei, só me perdi
Amo o que eu não sei de você
Ou essa, do Frejat (que de quebra ainda tem um clipe fofo):
Procuro um amor
que seja bom pra mim
vou procurar, eu vou até o fim
E eu vou tratá-la bem
pra que ela não tenha medo
quando começar a conhecer
os meus segredos
Pra terminar esse post totalmente sem propósito, duas musiquinha para embalar a noite romântica dos que têm namorado, e inspirar a caçada dos que não têm. Uma é clichezenta, mas ainda assim eficaz. A outra, duvido que exista música mais romanticamente linda:
E já está na rede o segundo disco solo do guitarrista dos Strokes, ¿Cómo te llama?. O álbum de Albert Hammond Jr. sai somente em 7 de julho, mas você já pode baixar o disco agora (via POTQ).
Saiu mais um trailer, o primeiro em inglês, do longa The Curious Case of Benjamin Button. O filme, junto com Wall-E, é um dos que eu mais ansiosamente espero em 2008. Veja o trailer:
The Curious Case of Benjamin Button é a história de um homem (Brad Pitt) que nasce velhinho e vai rejuvenescendo com o passar do tempo. O filme, dirigido por David Fincher e baseado em conto de F. Scott Fitzgerald, estréia nos EUA em 19 de dezembro.
Saca só esse vídeo que mostra um pouco das novas atrações que o canal NBC está preparando para a temporada 2008-2009. O canal promete algumas séries que devem se transformar em novos clássicos. Veja aí:
Poucos filmes têm causado tamanha divisão de opiniões quanto esse Sex & The City. Li muitas críticas negativas antes de ir eu mesmo conferir o longa (literalmente, são longas duas horas e meia), e confesso que cheguei na sala de projeção com o pé atrás. Aqui vale destacar que nunca fui fã da série, assisti ao começo da primeira temporada e alguns episódios espalhados depois disso. E não achei o filme assim tão ruim.
O filme começa com um geralzão do que aconteceu nos finalmentes do seriado, para aqueles que (como eu) não têm idéia de como terminou a saga das quatro amigas na TV, e dá uma atualizada para chegarmos ao ponto onde a história acontece, quatro anos depois. Carrie (Sarah Jessica Parker) está feliz com Big (Chris Noth), tanto que os dois resolvem se casar. Ninguém fica mais empolgada com a notícia que Charlotte (Kristin Davis). Ela está casada e feliz por ter uma filha adotiva, a fofa Lily (que tem como mais da metade de suas falas no filme a palavra sex). Miranda (Cynthia Nixon) vive uma crise no casamento e Samantha (Kim Cattrall) tenta se habituar à vida de casada em Los Angeles.
Apesar de bastante previsível, a história tem seus bons momentos, a maioria deles protagonizados por Charlotte, que se destaca em várias passagens e protagoniza uma das cenas mais hilárias do longa (tudo bem que eu nunca imaginei que fosse ver piada de peido em Sex & The City, mas…). Das quatro, quem está pior é Miranda, que no filme virou uma mulher amarga e enjoada. Samantha como sempre está linda (e pensar que Kim Cattrall quase não entrou no filme) e Sarah Jessica Parker é aquele picolé de xuxu de sempre. Até Jennifer Hudson consegue estar bem, como a assistente de Carrie, Louise.
Não sei se sou eu quem não entendo nada de moda ou os produtores do filme que erraram a mão, mas achei a maior parte das roupas que as quatro usam simplesmente ridículas, incluindo o vestido de casamento de Carrie com um troço azul pendurado no cabelo (que até rende uma piada). No mais, a estética do filme é a de um grande episódio da série, inclusive com a narração em off de Carrie.
Se levar em conta a reação das pessoas na sala de cinema em que assisti Sex & The City, em um domingo à tarde (a maioria eram mulheres na casa dos 30 anos, provavelmente aquelas que acompanham a série desde o começo, em 1998), o filme é um sucesso. Todo mundo ria muito, comentava as cenas, e vi muitos rostos inchados ao final da sessão. E aí não interessa o que a crítica achou. Parece que os fãs deram seu veredicto.
Pois é, hoje faz um ano desde a última vez que a banda carioca Los Hermanos se apresentou unida, após o anúncio de um hiato sem data de retorno. Nesse tempo, conforme prometeram, os quatro hermanos se envolveram em projetos paralelos, sem nunca descartar um possível retorno. A banda, você sabe, tem quatro discos, dois DVDs e uma coletânea lançados.
Marcelo Camelo deve lançar seu álbum solo no segundo semestre desse ano, Rodrigo Amarante gravou com Devendra Banhart e segue sua participação na Orquestra imperial, Rodrigo Barba gravou com o Latuya e está na estrada com o Canastra, e Bruno Medina está planejando a estréia de um programa de TV, além de manter um blog.
O G1 aproveitou a data e pôs no ar uma matéria sobre o hiato, as atividades de cada hermano, e as possibilidades de volta, apesar de sem data marcada. Leia que vale a pena.
Meu filme favorito do ano, que estréia em 27 de junho, teve nova cena exibida ontem nos EUA pelo canal ABC. Nela, Wall-E e Eve interagem, e o robôzinho acaba se envolvendo em uma situação explosiva. Destaque para a voz do computador de bordo da nave que carrega Wall-E, feita pela atriz Sirgouney Weaver.