29 Fevereiro 2008

O novo Bonde, Tim bombante, Sérgio Mendes, Ellen Page e O episódio de Lost

Postado por João Paulo Mauler, às 23:46.

O Bonde chegou_ Todo mundo já viu o novo Bonde do Rolê? Sai Marina, entram Ana e Laura. Olha aí, e clica na foto pra ver mais de onde veio essa:

novobonde.jpg

Tim Festival bombando_ As informações que o Lúcio Ribeiro traz são que, além do Mika (tum tum), está confirmada para o Tim 2008 a banda The Gossip, e já estariam fechadas também as presenças de Feist (que deu bolo ano passado) e de… (tum tum tum) Amy Winehouse! Güenta coração!

Vazou_ O novo disco do Sérgio Mendes, Encanto, chega às lojas físicas só em abril, mas já está disponível em uma esquina virtual perto de você. E tem participação do Will-I-Am, Fergie, Carlinhos Brown, Juanes, Jovanotti, Vanessa da Mata, Águas de Março em inglês e francês, tudo mais ou menos naquele mesmo esquema de Timeless (de 2006).

Ellen Page_ A nova queridinha da América está fora do próximo filme de Sam Raimi. Ela seria a protagonista do terror Drag Me To Hell, mas dizem que a garota ficou insatisfeita com a última versão do roteiro e pulou fora. Ainda não se sabe quem vai substituí-la.

The Constant_ Estão dizendo que o episódio de Lost dessa semana foi não só o melhor da série, mas um dos melhores da televisão americana nos últimos tempos. O capítulo foi centrado no “brotha” Desmond e merece cada segundo da sua atenção.


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29 Fevereiro 2008

Guillemots Fake

Postado por João Paulo Mauler, às 14:49.

Vazou ontem na web o novo do Guillemots, Red!, cujo lançamento está marcado para 24 de março. Com a mesma rapidez que milhares de pessoas baixaram a bolachinha, foi revelado que o álbum era falso. Na verdade, o arquivo trazia o trabalho solo do músico Thomas Walter. Eu fico pensando no tanto de gente que deve ter engolido e até agora está pensando o que os Guillemots fizeram pra mudar tanto.

Daí me veio à cabeça de uma parada que li não lembro onde no blog do Matias, sobre um grupo chamado The Overdub Tampering Committee, que faz intervenções em discos que vazam na web, adicionando instrumentos às gravações originais e deixando no ar a dúvida de que se aquilo que ouvimos é o disco idealizado pelo artista ou não.

Essa história de disco fake é bem comum. Outro dia mesmo eu vi o novo da Madonna boiando por aí, obviamente 100% falso. Mas a coisa mais curiosa que eu já baixei foi mesmo um disco dos Stones, que não era fake, mas um fã resolveu “batizar” o álbum cantando todas as músicas junto com Mick Jagger e depois disponibilizou para o mundo. Pena que não guardei essa pérola.


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29 Fevereiro 2008

Que feio!

Postado por João Paulo Mauler, às 12:52.

A revista Maxim deu uma super bola fora: em sua edição de março, a revista masculina deu 2 estrelas e meia para o novo disco da banda Black Crowes. Até aí tudo bem, não fosse um detalhe. Nem o crítico da revista e nem ninguém ouviu o disco, que só teve até agora uma música lançada, o single “Goodbye Daughters of the Revolution”. Então, ou a revista tem algum vidente escrevendo as resenhas, ou o texto foi mesmo inventado.

O empresário da banda, Peter Ângelus, chamou a Maxim de antiética, e foi além, classificando o caso como “uma desgraça para as artes, jornalismo, críticos, a própria publicação e o público”. A Maxim assumiu o erro, dizendo que a política da revista é resenhar somente discos ouvidos na íntegra, mas que essa política infelizmente não foi seguida. A revista não divulgou se o repórter responsável pela resenha será punido.

Veja aí a crítica publicada na Maxim:

The Black Crowes - Warpaint
The Black Crowes already sounded like grizzled classic rockers on their 1990 debut. While it certainly was a neat trick for a bunch of wasted twenty-somethings to pull off, it hasn’t left Chris Robinson and the gang much room for growth. Now that they’re legitimately grizzled, they sound pretty much like they always have: boozy, competent, and in slavish debt to the Stones, the Allmans, and the Faces.


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27 Fevereiro 2008

A caixa de Cameron Diaz

Postado por João Paulo Mauler, às 19:18.

Foi divulgada hoje a primeira foto de Cameron Diaz em seu próximo projeto, o thiller psicológico The Box. Na imagem, ela e James Marsden, seu marido no filme, olham curiosos para a tal caixa, que ganham de um homem misterioso (Frank Langella).

The Box

Na história, o casal de protagonistas tem um filho muito doente e, para resolver seus problemas, basta apertar um botão dentro da caixa e eles ganharão uma imensa quantia em dinheiro. Mas como nada vem fácil assim, ao apertar o botão, alguém vai morrer, uma pessoa aleatória que eles não sabem quem é. Após viver o dilema de deixar o filho morrer ou provocar a morte de outra pessoa, Norma, a personagem de Cameron, resolve apertar o tal botão. Imediatamente ouve-se um barulho de tiro na vizinhança. Agora, ela vai fazer tudo o que pode para solucionar um assassinato causado por ela mesma. Essa é a sinopse de The Box.

A trama é baseada em um conto não-publicado de Richard Matheson (o autor de Eu Sou A Lenda), mas não é totalmente inédita. Ela já foi televisionada no começo dos anos 80, no seriado cult Além da Imaginação, com o título “Button, Button”. Foi lá que o diretor Richard Kelly (de Donnie Darko) conheceu a história, quando tinha apenas 11 anos.

Não sei porque, mas acho que esse filme vai ser tão bacana (e doidão) quanto Donnie Darko. The Box ainda não tem data de estréia confirmada, mas já está em pós-produção.


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25 Fevereiro 2008

Tudo sobre o Oscar

Postado por João Paulo Mauler, às 17:03.

Viu o Oscar ontem? Confesso que não passei do primeiro prêmio. Geralmente eu até tenho paciência de assistir até o fim, apesar de, assim como a maioria dos seres humanos normais, achar a festa um tanto chata. Mas ontem não rolou, o sono falou mais alto.

Mas a gente não perdeu nada. Veja aí embaixo um “resumão” do Oscar em 60 segundos. Sim, só um minutinho:

Viu só? Tem o Javier Bardem agradecendo em espanhol, Diablo Cody agradecendo a família e chorando, a Cameron Diaz engasgando, a Cate Blanchett pulando de surpresa e alegria quando Marion Cotillard ganhou o prêmio de melhor atriz, o Jon Stewart jogando Wii no palco e, é claro, os irmão Coen papando os principais prêmios da noite.

Para a lista completa de ganhadores, é só clicar aqui.


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25 Fevereiro 2008

Mallu Magalhães no Altas Horas

Postado por João Paulo Mauler, às 11:09.

Todo mundo viu a Mallu Magalhães no Altas Horas? Super fofa…

Vídeo via (o ótimo) don’t touch my moleskine.


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24 Fevereiro 2008

Quem leva o Oscar?

Postado por João Paulo Mauler, às 10:00.

É hoje! O prêmio mais cultuado da indústria cinematográfica norte-americana (e portanto, do mundo) será realizado logo mais, no Kodak Theater em Los Angeles. Chegou a hora de fechar as apostas, cruzar os dedos e, é claro, se divertir com a chegada das celebridades, rir das piadas que a gente nunca entende, ou porque a tradução simultânea não consegue traduzir ou porque são bobas mesmo, e torcer por nossos astros favoritos e seus filmes que, quase sempre, a gente não viu.

oscar.jpg

Os grandes favoritos do Oscar 2008 são os filmes Onde os Fracos Não Têm Vez e Sangue Negro. O primeiro é dirigido pelos brilhantes irmãos Coen, que devem levar a estatueta de direção hoje à noite, e tem o mérito de ser o filme com o maior número de prêmios no currículo nesta temporada: são 75 até agora. A história do homem que encontra uma maleta cheia de dinheiro e é perseguido por um assassino insano (Javier Bardem, que com uma atuação fantástica é favorito ao prêmio de ator coadjuvante) tem agradado em cheio público e crítica. Em comum com Sangue Negro, tem a vantagem de ser um filme tecnicamente bem produzido, o que justifica o grande número de indicações ao Oscar, 8 para cada um. A fita de Paul Thomas Anderson tem um trunfo na briga de logo mais: Daniel Day-Lewis. Pouca gente duvida que o Oscar de melhor ator vá ficar com ele, e deve mesmo.

Mas nem tudo são flores para os dois filmes. Primeiro porque os dois são filmes que têm tudo o que a Academia gosta. O que poderia ser uma grande vantagem pode acabar sendo fatal, uma vez que os votos podem se dividir entre os dois, e favorecendo assim um dos outros três indicados. Além disso, o final ambíguo e anti-climático de Onde os Fracos Não Têm Vez pode prejudicar suas chances, e a Academia pode achar que o filme já está mais do que reconhecido pelos outros prêmios (sim, isso acontece). No caso de Sangue Negro, um filme fantástico, mas que tem em Day-Lewis seu pilar principal, os votantes podem entender então que basta dar à fita a estatueta de melhor ator e está tudo certo.

Logo atrás, com muitas chances, vem Desejo e Reparação. O filme, baseado no livro de Ian McEwan, deve levar o prêmio de roteiro adaptado. Em seu favor, o fato de já ter levado pra casa o Globo de Ouro e o Bafta, e de ter uma história com um apelo de público e crítica incrível. Afinal, estamos falando de uma história de amor cercada por ciúmes, guerra e mentiras. O filme também tem um apuro técnico incrível, o que conta pontos. Contra ele, o fato de ser um filme britânico e uma história britânica. Além disso, entre os 5 indicados, é o único que não recebeu uma indicação a melhor diretor para Joe Wright, o que é pouco comum e pode indicar certa rejeição por parte da Academia.

Conduta de Risco talvez seja o filme com menos chances na disputa de hoje. Considerado confuso e chato por muita gente, é a fita que menos empolgou as platéias entre os 5 concorrentes. Mas em se tratando de um filme com George Clooney, dirigido com perfeição por Tony Gilroy, uma surpresa pode acontecer.

Juno é o azarão da noite. A comédia independente é um filme delicioso e tem a minha torcida. Juno é apaixonante, doce, engraçado, tem Ellen Page e é um verdadeiro fenômeno de público e crítica. O filme pode ganhar se a Academia resolver premiar um filme mais leve e menos sombrio. Mas vale lembrar que o Oscar não costuma ficar com as comédias. Mais certo mesmo é o prêmio de roteiro original para Diablo Cody.

Meus palpites nas principais categorias então são:

Filme: Onde Os Fracos Não Têm Vez
Ator: Daniel Day-Lewis
Ator coadjuvante: Javier Bardem
Atriz: Marion Cotillard
Atriz Coadjuvante: Cate Blanchett
Diretor(es): Joel e Ethan Coen
Roteiro original: Juno
Roteiro adaptado: Desejo e Reparação

E os seus, quais são?


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23 Fevereiro 2008

Vergonha no Oscar

Postado por João Paulo Mauler, às 14:00.

Amanhã é dia de Oscar, a festa mais glamourosa do cinema mundial. É o melhor momento para ver e ser visto em Hollywood. Consagração e reconhecimento para os que levam a estatueta para casa, a oportunidade de ter seus cinco minutos sob os holofotes para quem foi só indicado, todo mundo quer aparecer na festa. Mas na história da premiação, muita gente deve ter se arrependido por trocar o conforto da cama pelo tapete vermelho.

Imagine a cena: um ator ou atriz a caminho do palco para receber um Oscar, quando percebe que não foi o vencedor daquela categoria. Inimaginável? Pois isso já aconteceu, e não foi uma vez só. Em 1944, Humphrey Bogart se levantou antes mesmo que o melhor ator daquele ano fosse divulgado. Quando notou que não era ele o vencedor, o astro de Casablanca disfarçou, aplaudindo o colega Paul Lucas de pé. Pior aconteceu com a atriz Shelley Winters em 1952. Também cheia de autoconfiança, ela se dirigiu ao palco antes da verdadeira ganhadora, Vivien Leigh, ser anunciada. Seu marido, o italiano Vittorio Gasman, tantando salvar a atriz do vexame, piorou a situação. Ao puxá-la de volta para a cadeira, acabou levando um tombo, e ambos caíram no chão. Outro que se deu mal pelo excesso de confiança foi Steven Spielberg. Em 1976, certo da vitória como diretor do filme Tubarão, levou uma equipe de filmagem para captar sua reação no momento da vitória. Quando Milos Forman foi anunciado o vencedor por Um Estranho no Ninho, o cineasta não escondeu a decepção, e soltou um “Não acredito” para a câmera.

Enquanto alguns fazem de tudo para pôr as mãos no Oscar, outros chegam a esnobar o prêmio. Em 1973 Marlon Brando recusou o troféu de melhor ator, e mandou uma índia para discursar em seu lugar, protestando contra o tratamento dado aos indígenas na América. Depois soube-se que a índia era fajuta, e tratava-se de uma atriz. Woody Allen não recusou o prêmio que ganhou em 1978, mas também não se deu ao trabalho de ir buscar a estatueta. Ele alegou ter um compromisso inadiável naquela noite. O tal compromisso era uma apresentação de sua banda de jazz em um pub de Manhattan.

Gwyneth Paltrow chora no OscarMuitos astros levaram o Oscar para casa mas garantem que preferiam ter ficado sem o prêmio, que prejudicou suas carreiras. É o caso de Gwyneth Paltrow. Premiada pelo filme Shakespeare Apaixonado, a atriz garante ter sido prejudicada pela vitória, que a levou a fazer escolhas equivocadas e ter seu cachê inflacionado quando ela tinha apenas 26 anos. O melhor exemplo para provar que nem sempre o Oscar é sinônimo de reconhecimento eterno é o fato de três atrizes já terem sido agraciadas com o Oscar e, depois, com o Razzie (no Brasil, Framboesa de Ouro), troféu que “premia” os piores de Hollywood. Foram elas Liza Minelli, Faye Dunaway e, mais recentemente, Halle Berry. Essa última levou tudo na brincadeira, e inclusive foi à entrega do Framboesa e até discursou agradecendo o prêmio e admitindo ter feito más escolhas.

Um dos momentos mais propensos a saias justas é a hora em que o agraciado com o Oscar faz seu discurso de agradecimento. Quando o discurso é longo, a organização não tem dó, e corta o microfone do vencedor. Em 2006, a Academia chegou a distribuir um vídeo entre os possíveis ganhadores, com orientações para evitar gafes nesse momento. O vídeo trazia exemplos de comportamentos errados na hora de agradecer, como um soco no ar de Jack Palance, a choradeira de Gwyneth Paltrow, ou o indelicado beijo na boca que Adrien Brody roubou de Halle Berry. O vídeo ainda orienta que os discursos não devem ultrapassar os 60 segundos. Não é à toa. Em 1942 a atriz Greer Garson fez o maior discurso da história: uma hora e dez minutos. Nem o médico que fez o parto de sua mãe ficou de fora da lista.

Mas nem sempre a gafe parte dos convidados. Em 2005 foi a vez da Academia fazer feio. Jorge Drexler foi sumariamente descartado de interpretar sua composição “Al Otro Lado Del Rio”, indicada a melhor canção. Em seu lugar subiram ao palco Antonio Banderas e Santana. Mas o uruguaio teve a chance de se redimir. A canção foi a vencedora da noite, e Drexler fez questão de cantar o refrão ao agradecer o prêmio, arrancando aplausos da platéia.

Quem depende da TV aberta para ver as grandes premiações tem motivos de sobra para reclamar. Quando a Globo exibe o Oscar, como vai acontecer esse ano, a transmissão começa na hora que a emissora carioca quer, ou seja, depois do Fantástico, Big Brother e quando vários prêmios já foram entregues.

Quando a festa ficava por conta do SBT, os comentários nem sempre úteis de Rubens Ewald Filho costumavam irritar alguns expectadores. Mas o pior era quando ele não estava sozinho. Basta lembrar o Globo de Ouro de 2006, quando Analice Nicolau apresentou o prêmio junto com o crítico, e chamou Tim Robbins de Jamie Foxx, Marie-Louise Parker de Chris e pronunciou o nome de Reese Wihiterspoon de uma forma irreconhecível. Rubens não ficou para trás, e chamou Mariah Carey de gorda, Joaquin Phoenix de defeituoso e completou dizendo que o queixo de Reese Whiterspoon parece um cotovelo. Perto disso, as gafes das estrelas em Hollywood nem parecem tão grandes, não é mesmo?


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21 Fevereiro 2008

Recesso

Postado por João Paulo Mauler, às 19:26.

Fui ali formar e já volto. Guentaê! Domingo voltamos à programação normal!


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19 Fevereiro 2008

Aladygma

Postado por João Paulo Mauler, às 0:54.

Fiquem de olho nessa palavra. Aladygma, dizem por aí, é o nome do novo projeto secreto de J.J. Abrams. Muita gente já tá jurando de pé junto que seria o codinome para a seqüência de Cloverfield. Vale lembrar que o produtor das mãos de ouro tem outros projetos ainda sem nome em produção, inclusive um filme sobrenatural. A informação é do The Movie Blog.

Cloverfield 2, você sabe, deve mesmo rolar. De acordo com J.J. Abrams e o diretor Matt Reeves, a seqüência deve mostrar os mesmo eventos do primeiro longa sob outro ponto de vista.


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