É isso aí! Amanhã não estarei em Juiz de Fora, por isso vou dar um intervalinho aqui no blog. Assim, esse é o último post do ano. Faltou falar sobre os filmes do ano, mas logo no comecinho de 2008 a gente resolve isso!
Vou deixar um texto do Drummond que tem feito muito sucesso em perfis do orkut, blogs e fotologs. Fazer o que se ele realmente diz tudo. Espero vocês no ano que vem.
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa
outra vez
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui para adiante vai ser diferente…
Para você,
Desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.
Para você,
Desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.
Para você neste novo ano,
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
Que sua família esteja mais unida,
Que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe desejar tantas coisas.
Mas nada seria suficiente…
Então, desejo apenas que você tenha muitos
desejos.
Desejos grandes e que eles possam te mover a
cada minuto, ao rumo da sua felicidade!
E a televisão, hein? Em 2007 a TV esteve mais movimentada que nunca. E assim como na música, foi um ano de reviravoltas.
Você sabia, por exemplo, que atualmente 38% dos americanos assistem programas de TV na internet? Vendo esses dados dá pra entender um pouco dos motivos do grande assunto desse final de 2007: a greve dos roteiristas de Hollywood. Os roteiristas, esses fanfarrões, não são bobos nem nada. Vendo que a exibição online (para nem falar nos celulares) é um filão que tende a crescer, cruzaram os braços exigindo uma fatia do bolo, ou seja, uma parte da grana que os canais e estúdios estão recebendo com a publicidade nessas exibições, entre outras reivindicações. Os executivos, espertinhos, dizem que não ganham nada, que os programas são exibidos ali só como forma de divulgação, mas tá na cara que é mentira. Um monte de gente, inclusive grandes astros, apóiam a greve e vez ou outra aparecem nas manifestações. Os roteiristas não cederam nem pra escrever pro Oscar e Globo de Ouro do ano que vem, e já avisaram que vão fazer arruaça na porta de qualquer premiação que insistir em ser feita nesse período.
A reinvidicação dos roteiristas é legítima, mas com essa greve todo mundo sai perdendo. Na última paralisação, em 1988, a indústria perdeu cerca de U$ 500 milhões e, o mais grave, estima-se que cerca de 10% do público parou de ver televisão… pra sempre! Em um momento em que o consumo de conteúdo televisivo online cresce, com sites como o Joost ou o próprio YouTube virando verdadeiras vitrines, a perda de espectadores pode ser fatal.
Mas nem só de greve se fez 2007. Na verdade, o impacto maior dessa paralisação deve ser visto mesmo em 2008, já que já havia bastante conteúdo pronto para esse começo de temporada. Agora, em 2008…
No Brasil, vimos solenemente a estréia da TV digital, mas sem interatividade, limitada e chata. Para a maioria das pessoas, passou batido! Todo mundo deu muito mais atenção pra Bebel do que pra TV digital. É, a personagem de Camila Pitanga fez tanto sucesso que a atriz até cantou com Roberto Carlos no especial de fim de ano do rei (assim, como minúsculo mesmo, ele não tá merecendo mais que isso). No quesito ousadia, a Globo estreou o projeto Quadrante com a (chata) adaptação de A Pedra do Reino (clássico livro de Ariano Suassuna), que não fez sucesso nenhum. Levada para o cinema, a minissérie ficou mais chata ainda. Quem também sentiu o gosto do fracasso foi Aguinaldo Silva, que viu sua novela Duas Caras ter péssimos números nos primeiros capítulos, pôs a culpa nos espectadores, fez charminho que ia abandonar a trama, mas depois voltou atrás. Resultado: seu blog é um dos mais lidos da globo.com.
Lá fora, foi ano de dar adeus a algumas séries que eram parte da vida de muita gente: Gilmore Girls, The O.C., 7th Heaven e Roma viram seus últimos episódios em 2007. Também tivemos estréias dignas na temporada 2007/2008. Meus destaques ficam pra Chuck, sobre um nerdão que passa a deter informações secretas da CIA e do FBI, e Pushing Daisies, uma fábula moderna sobre um fazedor de tortas que pode ressuscitar pessoas, mas só por um minuto. Outra hora falo com mais calma sobre elas.
Ah, e teve Lost e Heroes, que começaram as novas temporadas patinando e depois deram uma guinada. Lost então, foi muito criticado no começo, mas depois aplaudido, e de pé. Tanto que a nova temporada, que será exibida pela metade (sempre a greve) é um dos programas mais esperados do ano.
Falando em Lost, vamos terminar essa retrospectiva televisiva com um vídeo muito bacana liberado pela ABC. É um resumão de tudo o que rolou em três temporadas de Lost, contado em 8 minutos e 15 segundos (8:15, 815, sacou?). Presta atenção que o bagulho é bom!
Ah, 2007! Taí um ano que vai ser difícil de esquecer no mundo da música. Foi o ano em que o Radiohead peitou a indústria mandando as pessoas escolherem o preço do seu novo disco, e foi o ano do fenômeno Amy Winehouse, que fez bonito nos palcos e nem tanto fora deles. Em 2007 gigantes adormecidos voltaram à cena e deram o que falar: Led Zeppelin, The Police e até as Spice Girls se reuniram. Também tivemos separações, é verdade, mas desconfio que pouca gente vá sentir tanta falta assim de Sandy e Junior. Los Hermanos saíram de férias, mas juram que a banda não acabou. Quem também deu um tempo foram Barão Vermelho e Kid Abelha, para que seus membros investissem em discos solo. No Bonde do Role teve arranca-rabo, a Marina caiu fora, mas o grupo continua, procurando uma substituta à altura.
E os shows? Poucas vezes o Brasil teve uma safra tão boa de apresentações internacionais. Arctic Monkeys e The Killers encabeçaram o Tim Festival, que ainda teve Bjork, para quem gosta de Bjork. E não vamos esquecer do Aerosmith, Coldplay, Evanescence, do super falado e elogiado show do LCD Soundsystem, além do já citado The Police, que agradou muita gente, mas surpreendeu poucos. O Planeta Terra trouxe Devo, The Rapture, Kasabian e Lilly Allen. E ainda teve Chemical Brothers, Placebo, Cat Power (pena que faltou a Feist), Keane, Nouvelle Vague, The Rakes, Hot Chip, Girl Talk e Mark Ronson. E teve a volta do CSS e do Bonde do Role aos palcos nacionais. Nada mal, né não?
Nessa época do também proliferam as listas de melhores do ano, sabe como é… a gente quase nunca concorda com as listas, mas mesmo assim não resiste quando vê uma pelo caminho. Então vamos lá, vou soltar a minha e, concordem ou não, bem, ela é minha!
Os melhores discos nacionais cinco_ Maria Rita mostrou com Samba Meu que também é boa de samba, e como não? Demorou a decolar na minha playlist, mas quando colou não saiu mais. quatro_ A Nação Zumbi chegou com Fome de Tudo, e fez talvez o melhor disco do grupo desde a morte de Chico Science. três_ A Orquestra Imperial é praticamente uma seleção do que há de melhor na música carioca. Não podia sair melhor. Carnaval Só No Ano Que Vem tem de tudo um pouco, e algumas canções chegam com pinta de clássico. dois_ Roberta Sá estreou com um tombo (literalmente) no programa Fama. Depois disso ela só tinha que melhorar mesmo. Depois de um bom disco de estréia, aqui ela cria um ambiente clássico e moderno ao mesmo tempo. Tente não grudar em Alô Fevereiro e você vai entender o que eu digo. um_ Dizem que o melhor fica para o final. Se for assim, faz todo o sentido Fernanda Takai levar o posto de melhor disco do ano. Suas releituras de Nara Leão, produzidas por Nelson Motta, são de uma beleza e personalidade que só mesmo a vocalista do Pato Fu conseguiria dar.
Os melhores discos internacionais cinco_ Lily Allen pode ser péssima no palco, mas seu disco Alright, Still é fresco e aponta para o futuro. O pop-rock-reggae-ska da garota é grudento e com certeza foi trilha sonora de muitas festas em 2007. quatro_ Os Arctic Monkeys venceram o fantasma do segundo disco e lançaram Favourite Worst Nightmare, uma coleção de boas músicas. Só Fluorescent Adolescent e Teddy Picker já valeriam essa posição. três_ O libanês Mika misturou um monte de referências e fez de seu Life On Cartoon Motion um passeio musical por um parque de diversões. Foi o primeiro disco de 2007 que eu ouvi, e continua na playlist até hoje. dois_ Falem o que quiser dela, mas Amy Winehouse é uma cantora de mão cheia, e tem um punhado de canções pra lá de boas. Back To Black é jazz e soul como se fazia (bem) lá nos anos 60, mas não deixa de ser totalmente anos 2000. um_ Música é antes de tudo diversão, não é? Então não há disco melhor para representar o ano que termina. Costello Music, do The Fratellis, é diversão despretensiosa do começo ao fim, uma delícia de ouvir e de cantar junto. Experimente!
As melhores músicas dez_ The Fratellis - Henrietta nove_ Amy Winehouse - Rehab oito_ Albert Hammond Jr. - Call An Ambulance sete_ Lily Allen - LDN seis_ Maroon 5 - Makes Me Wonder cinco_ Kaiser Chiefs - Ruby quatro_ The Fratellis - Baby Fratelli três_ Mika - Grace Kelly dois_ Arctic Monkeys - Fluorescent Adolescent um_ Amy Winehouse - You Know Im No Good
Já já a gente fala de cinema e televisão, tá ligado?
Um carinha está em um bar esperando a hora de tocar com sua banda quando vê a ex-namorada adentrando o recinto. Em um impulso, ele chega na primeira garota que vê pela frente e diz: “Eu sei que isso vai soar estranho, mas você se importa em ser minha namorada pelos próximos cinco minutos?”. Essa é a premissa básica que dá o pontapé inicial em Nick and Norah’s Infinite Playlist. A partir daí temos uma história sobre “um encontro de uma noite muito longa, com dois adolescentes, ambos se recuperando de corações partidos, tentando apenas descobrir quem eles querem ser - e onde a próxima grande banda está tocando”. Bonito, não?
A história é do livro de Rachel Cohn e David Levithan (leia o primeiro capítulo em inglês aqui) e está sendo levada para as telas por Peter Sollett, com estréia prevista láááááááá pro dia 3 de outubro de 2008. No elenco, Kat Dennings (de O virgem de 40 anos) como a tal da Norah e o fantástico Michael Cera (de Superbad - É hoje) fazendo o Nick. Não sei porque, mas essa sinopse me atraiu.
Falando em Superbad, que junto com Ligeiramente grávidos levou Judd Apatow ao posto de homem forte das comédias de Hollywood, essa semana chegou à web o trailer do próximo filme do cara. É Forgetting Sarah Marshall, a história de um sujeito que leva um pé-na-bunda da namorada apresentadora de TV (a fantástica Kristen Bell de Heroes e Veronica Mars) e resolve sair de férias pra espairecer a cuca. É claro que ele encontra a garota no mesmo hotel que ele, no quarto ao lado, e com um namorado desprovido de neurônios. Seria mais uma comédia, não tivesse Mr. Apatow na produção. Veja aí o trailer e depois me diga o que achou:
Forgetting Sarah Marshall estréia nos EUA dia 30 de maio do ano que vem.
Marcelo Camelo vai ser o primeiro Hermano a lançar um disco-solo, parece. A informação é de Mauro Ferreira. Segundo o jornalista, Camelo já está em estúdio e o álbum sai no ano que vem pela Sony/BMG. No repertório deve estar a chatinha Téo e a Gaivota, que Marcelo colocou em seu MySpace outro dia.
Quem também tem uma música nova no MySpace é Rodrigo Amarante. A canção se chama Evaporar. Rodrigo Barba está tocando bateria com a (ótima) banda Latuya, e também tem umas músicas novas disponíveis. Já Bruno Medina não tem nenhuma música nova, mas escreve ótimas crônicas sobre o dia-a-dia no seu blog Instante Posterior, no G1.
eu sou só um você
que você não quis
e querer é coisa tão pequena
que só não sou você por um triz
(Marcelo Camelo)
A Tribuna de Minas de ontem trouxe uma triste notícia para quem gosta de cinema: a possibilidade de fechamento do Cinearte Palace nos próximos 90 dias. O motivo, bem óbvio, é que desde o fim do contrato com o Unibanco, três anos atrás, o espaço não conta com nenhum tipo de apoio financeiro e, graças à diminuição do público, vem amargando prejuízos recorrentes.
O problema não é exclusivo do espaço juizforano. No Brasil e no mundo todo as bilheterias nos cinemas têm diminuído ano a ano. Os vilões nessa história são a internet, o DVD e até a televisão, que dividem o precioso tempo do espectador com o cinema. As opções de diversão são muitas, e o pobre do cinema sai com uma desvantagem nessa história: você precisa sair de casa para desfrutar dele, enquanto as outras estão ali, ao alcance dos dedos.
Aqui vale uma observação: não são os filmes que estão em crise, mas sim o cinema, aquela coisa de sair de casa, sentar por duas horas em uma sala escura junto com um monte de gente e assistir a uma projeção em uma telona. O cineasta britânico Peter Greenaway, por exemplo, em entrevista à revista Bravo! do mês passado, defendeu uma modificação desse esquema de consumo de filmes, considerado por ele antiquado:
O cinema se tornou antiquado. Você senta num lugar escuro, mas o homem não é um animal noturno. Você olha em uma só direção, mas o mundo todo está à sua volta. Se você assiste a um longa numa sala de projeção, fica parado por duas horas, algo que não fazemos nem dormindo. Que coisa mais estúpida! A linguagem cinematográfica é extraordinária, mas é desperdiçada nas salas de projeção. Por sermos preguiçosos, temos um cinema patético e miserável, baseado na narrativa, que não consegue mais seduzir a nossa imaginação. Precisamos apagar isso e iniciar tudo de novo. Os 112 anos de cinema não passam de um mero prólogo. Com as novas tecnologias, poderemos começar a fazer cinema para valer. (Peter Greenaway – leia a entrevista completa aqui)
Não é à toa que alguns cineastas estão explorando formas alternativas de distribuição. Os filmes podem atingir um público maior (e de fato estão), mas para o exibidor, isso de nada adianta. Ele precisa do público na sala, pagando o ingresso e garantindo assim a subsistência do espaço. É esse o modelo que está em crise.
As salas de cinema não vão acabar. Mesmo que cinemas de rua, como é o caso do Palace, acabem dando lugar às grandes redes Multiplex, ir ver um filme na sala escura não é uma experiência que vai virar história. Não canso de dizer que a exibição digital pode ajudar nesse sentido, reduzindo custos de distribuição e colocando mais opções nas salas. Afinal, mais que uma simples diversão, ir ao cinema é um ritual, uma experiência incomparável para quem gosta de filmes. A prova disso, veja só:
Normalmente as pessoas não saem chorando de emoção das salas de televisão de suas casas. Mas quando deixam os cinemas, elas choram sim. (Martin Schmid-Ospach, da Fundação de Fomento ao Cinema da Renânia, em matéria do portal Deutsche Welle)
É isso mesmo! A New Line soltou um release hoje avisando que o filme O Hobbit vai sair do papel e, o melhor, será produzido por Peter Jackson. A nota dá conta que a produção começa imediatamente e o filme chegaria às telas lá em 2010. Mas como a greve dos roteiristas continua a todo vapor e ainda não há nem uma linha de roteiro escrita, por enquanto não há nenhum trabalho a fazer.
Mas o que eu queria falar mesmo é isso: dá uma sacada no Peter Jackson em 2001 e seis anos e meio depois, hoje:
Isso é o que eu chamo de força de vontade, minha gente!
Aproveitando a onda de ontem, vou deixar os trailers de mais dois filmes que prometem para 2008. O primeiro deles é a nova animação da Pixar, Wall-E. A história é de um robôzinho que, depois de 700 anos sozinho em uma Terra pós-apocalipse, recebe a visita de uma nave espacial e volta a ter contato com os humanos. Pelo trailer já dá pra ver que vai ser uma aventura bem simpática. Saca só:
O outro trailer é com um dos cara mais espertos de Hollywood, Will Smith. E não sou eu que tô falando não. Ele ficou em quinto numa lista recente da Entertainment Weekly, e o primeiro entre os atores. Depois de estrear o arrasa-quarteirão I Am Legend (com a brasileira Alice Braga no elenco), ele prepara pro ano que vem esse Hancock. Hancock é um super-herói bem diferente do que a gente conhece. Ele voa, é fortão, mas também alcoólatra, mulherengo e desastrado. No filme o cara tá tentando dar um up na carreira. O trailer é simplesmente hilário. Em especial o final apoteótico com a baleia. Não deixe de ver:
Hancock estréia na América dia 2 de julho de 2008.
Um dos filmes mais esperados para 2008, The Dark Knight, nova aventura do Batman nos cinemas, já tem seu primeiro trailer circulando na web. O vídeo de dois minutos está sendo exibido nas sessões americanas de I Am Legend, novo filme de Will Smith desde sexta passada. É lógico que não ia demorar pra cair na internet. Clica aqui e assiste lá. Se gostar ainda dá pra baixar o vídeo pro PC com uma boa qualidade.
Um dos grandes atrativos do novo Batman, mais uma vez protagonizado por Christian Bale, é a presença do mais popular vilão das histórias do morcego: o Coringa, vivido dessa vez por Heath Ledger. Jack Nicholson, que interpretou o palhaço na primeira versão cinematográfica de Batman, dirigido por Tim Burton em 1989, chegou a reclamar por não ter sido cotado para reviver o personagem após 18 anos, mas depois negou ter ficado bravo, em entrevista na Folha de ontem: “Adoraria fazer o Coringa de novo, mas não fiquei furioso por não ter sido convidado. Só digo essas coisas quando estou fingindo ser uma diva. Não temo ninguém que interprete um papel após eu tê-lo feito.” (se for assinante da Folha ou do UOL, leia a entrevista completa aqui)
Só não digo que este é o melhor trailer do ano porque há poucos dias foi lançada a primeira prévia de Speed Racer, adaptação do clássico desenho animado para as telonas, dirigida pelos irmãos Wachowski (lembra deles?) e com um visual acachapante. Saca só o vídeo aqui ou, em alta resolução, aqui. E mais fresquinho, o pôster do filme, divulgado agora no fim-de-semana:
The Dark Knight tem sua estréia marcada para o dia 18 de julho do ano que vem, pouco mais de dois meses depois da chegada de Speed Racer às telas, em 9 de maio. Segundo o IMDb, os dois filmes chegarão ao Brasil nas mesmas datas que nos EUA.
Eu tava meio por fora dessa onda Cloverfield… só sabia que é um filme do J.J. Abrams, criador do Lost. Hoje, assistindo ao (ótimo) O Passado no cinema, vi o trailer de Cloverfield, e fiquei interessado na parada.
Pois bem, Cloverfield é um filme de montros. Monstros e destruição. Um montro invade Nova York e sai destruindo tudo. A história é contada pelo ponto de vista de um grupo de jovens, como se eles, em suas câmeras caseiras, filmassem tudo (tipo uma Bruxa de Blair 2008).
Pesquisando na net descobri que os primeiros cinco minutos do filme foram colocados online na semana passada. O ritmo é tenso (assim como o trailer era) e dá uma vontade louca de assistir o filme, que estréia, nos EUA, dia 18 de janeiro e, aqui, Deus sabe quando.